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2008-09-12

Profecia

O futuro será a reencarnação do presente,
A que se soma ou subtrai,
Os juros das boas ou más decisões.


É triste e pouco convincente,

Um futuro sem presente.


O futuro é a incógnita
Da equação da vida,
E o tempo, uma restrição.


É triste quem não vê
Que o futuro se prevê.

Ah! Se o futuro fosse apenas aspiração!
Mas não! É somente escravidão,
Do presente, sem consideração.



Félix Rodrigues
Angra do Heroísmo, 12 de Setembro de 2008.

9 Comments:

At 22:08, Blogger geocrusoe said...

Confesso que gostei do poema na sua generalidade, mas o primeiro terceto tocou-me muito forte.

 
At 15:09, Blogger Berro d'Água said...

É trsite quando pensamos no futuro e não podemos vê-lo em uma forma consistente... É como se o tempo de fato não pudesse se tornar presente...

Beijo amigo querido!!! E um lindo final de semana!!!

Cris

 
At 21:49, Blogger Adilson J A de Oliveira said...

Caro Felix,
Obrigado pelo comentário deixado no Por Dentro da Ciência. O seu blogf também presta um enorme serviço de divulgação.
Um abraço
Adilson

 
At 16:17, Anonymous Anónimo said...

Lindo.

Joe

 
At 22:07, Blogger Berro d'Água said...

Olá!!!

Te enviei mensagens sobre o projeto. Dê uma olhadinha!!!

Fiquei bem feliz com as possibilidades e eu devo isso a ti!!! Mesmo que não aconteça, mas acontecerá, ganhei o dia!!! Obrigada querido Félix!!!

Beijos!!!
Cris

 
At 16:49, Blogger São said...

Grande sabedoria a que escorre do poema.
As fotos agradaram.me.
Tudo de bom.

 
At 19:32, Blogger Su said...

é triste-----------

jocas maradas de tempo

 
At 20:04, Blogger geocrusoe said...

Félix, sabes que não sou muito de prémios, mas perante a quantidade de prémios nesta semana e pelas razões que coloquei no geocrusoe, lá de nomeei novamente. és livre de dar continuidade à cadeia, pois nisso não sou mesmo nada exigente.

 
At 10:15, Blogger O Profeta said...

Frágil e palpitante luz
A beleza é feita de ternos murmúrios
A voz quebra a quietude do silêncio
A chuva leva a terra ao encontro dos rios

Não há fracassos no sonho
Caminhei nas nuvens para te ver do alto
Abri os braços ao relâmpago
Desci à terra, senti nos pés o frio basalto


Vem descobrir qual o caminho


Bom fim de semana


Abraço

 

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