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2005-12-10

O Pai Natal Anda Confuso

Não se admirem se este ano vos disserem que as prendas de Natal são mais pobres do que as dos anos anteriores, porque estamos em crise. Se ainda acreditam no Pai Natal, fiquem a saber que a culpa é dele e de mais ninguém. Apesar de tudo façam um esforço para desculpá-lo, ele está a ficar velhinho, cansado e cada vez menos adaptado ao Mundo Moderno. Recentemente sofreu um pequeno acidente....devido às nossas novas tecnologias.
A ano passado, não foi fácil percorrer alguns países e este ano, parece ter piorado. Já contratou alguns renas especialistas para garantir a integridade física na visita a alguns países problemáticos.
Prevê-se que na próxima década, parte dessa crise esteja ultrapassada, porque a primeira fornada de Renas e Pais Natais, saída da Geração Erasmus já estará em acção.

Para resolver o problema da China em franco crescimento económico, iniciou-se uma nova fase de formação de Pais Natais.

Mal sabemos nós que o futuro........... pode ser muito confuso.

Para mim, sabem uma coisa, tenho muita pena de estarmos a perder o Presépio.

links interessantes:

Desabafo sobre o Natal

Projecto de um Presépio

Presépio Reciclado

História resumida do Pai Natal

Félix Rodrigues

26 Comments:

At 16:57, Blogger Cristina Mendonça said...

Olá professor! Posso dizer uma coisa? Que grande "pancada" pelo Natal! Mas não se preocupe, pois quem pintou o Pai Natal "espetado" no airbus tem uma maior e mto sentido de humor!...
Qto à crise, quero lá saber...por agora. Se eu não receber as prendas que pedi (via oral a recepção é imediata) aí é que vai haver crise!!! Ainda pra mais perdi as negociações qto à árvore de Natal cá pra casa! Estou que nem posso...Uma mulher já não manda nada...

 
At 17:05, Blogger Cristina Mendonça said...

Quanto aos presépios acho que não se estão a perder, estão é a "encolher" e a aparecer em espaços diferentes, tenho visto alguns às janelas (deve ser moda). Ou referia-se àqueles presépios que enchem quartos? Esses sim, estão em vias de extinção. Conheço apenas uma senhora na Ladeira Grande que todos os anos faz um enorme e fica muito bonito.

 
At 17:07, Blogger Cristina Mendonça said...

Ah! E em cestas também...

 
At 23:19, Blogger Fátima Silva said...

Intrincados os caminhos futuros. Oxalá que da Geração Erasmus saiam renas e pais natais criativos, enérgicos e ávidos por intervir na construção de um mundo melhor, dando espaço a essa vontade imensa de provocar o renascimento do presépio que mora no cantinho da alma de cada um de nós.

 
At 10:08, Blogger Desambientado said...

Olá Cristina.
Para mim o Natal sempre foi uma época mágica, pelo menos era assim que toda a minha família pensava. Era uma família muito grande, com muitos primos, muitos tios, muitas tias. Toda a gente se reunia para comemorar o Natal.
Prendas era algo que praticamente não existia....sempre havia uns sapatinhos ou um pullover, mas isso era o menos importante.
Tenho muito boas recordações do Natal, daí estes posts sobre a época.
Lembro-me de apanharmos leivas para o Presépio de casa, do entusiasmo dos colegas de turma quando era para fazer o Presépio na Escola.
O Presépio marcou-me e creio que tinha muitas coisas boas associadas. Os meus pais e os meus tios passavam umas boas horas, durante uma semana, num trabalho conjunto, convivendo......Hoje, não há tempo para nada.
Na Escola, ao construirmos o Presépio, aprendíamos a respeitar e a ser respeitados. Aprendíamos a sentir o cheiro da natureza e a apreciar a beleza dos "briófitos".
Escolhíamos criteriosamente a bagacina (piroclasto) para a gruta. Discutíamos onde ficava o galo, as ovelhas, cujo animal nunca tínhamos visto ao vivo, mas que pensavamos que se comportavam como uma cabra, e vezes, acabavam em cima de uma parede se a professora ou professor estivesse desatento.
Aprendíamos o que era um estábulo, coisa que por aqui praticamente não há. Tinhamos tendência para colocar os porquinhos, num curral de porco....
Etc, etc.
Com a liberdade religiosa, em vigor nas nossas escolas, ficamos todos mais tolerantes....Proíbimos o presépio, proibimos, um conjunto de posições, porque somos tolerantes.

 
At 10:20, Blogger Desambientado said...

Fátima.
Continuando um pouco na linha da resposta anterior à Cristina, penso que o Presépio é algo que mobiliza, como tal activo, enquanto que o Pai Natal, é passivo, ou seja, só temos que esperar por ele.
Haveria certamente diferença em dizermos que temos a maior árvore de Natal da Europa, ou que o nosso seria o maior Presépio do Mundo.
A árvore é singular, passiva, de ostentação. O Presépio é normalmente de partilha, de percepção, de construção.

Não acredito que estejamos a necessitar de mais Pais Natais, mas sim de mais Presépios, ou de algo que tenha a mesma função.

 
At 13:13, Blogger Ana Isabel Godinho said...

O espirito natalicío anda mesmo no ar!!!
Eu também adorava o Natal, quando ainda tinha a familia completa, mas basta faltar um e já não é a mesma coisa!!! Desculpem a minha franqueza, mas pempre que penso nisto fico emocionada....
A árvore de Natal, faço-a porque os miudos gostam, para mim nada representa, o presépio sim ...gosto e também o faço, com muitas velas, muita luz....
Mas do que gostava mesmo muito era da ceia de Natal...todos juntos à mesa, alegria, as crianças à espera da meia-noite....enfim... agora com dois lugares vazios nessa mesma mesa... nem me falem em Natal!!!!!

Ana Isabel

 
At 13:47, Blogger Desambientado said...

Olá Ana.
Sem dúvida que o Natal tem um sentido familiar muito grande.
Compreendo perfeitamente o sentido da Ceia de Natal.
Praticamente todos os lugares antigos da minha mesa estão vazios. Nem pai, nem mãe, nem tios. Perdi-os todos, creio que permaturamente, porque não acho que os 60 sejam idades avançadas.Inclusivamente tinha um tio que fazia anos na noite de Natal.
O espírito ficou, tento passá-lo aos meus filhos e neste momento sobrinhos. O Natal para mim continua a ter significado familiar, principalmente porque na minha infância foram momentos de felicidade.

Pode ser que com o tempo, o Natal para ti volte a ter outro significado, tão bom como o de infância.

 
At 13:51, Blogger Fátima Silva said...

Os Pais Natais e Renas são alegorias. Símbolos de benfeitorias e magias, por sistema simpáticos que distribuem afectos, e alegria sem a preocupação do retorno. Ajudam o Menino na complicada tarefa de distribuir carinhos na época natalícia.
O Presépio é de veneração, envolvendo recolhimento, espiritualidade, encontro, partilha, processos intrínsecos do significado de cada um no tempo e espaço de existência.
Sou da geração do Presépio. Pertenço a uma família numerosa e o Natal era comemorado intensamente. A minha mãe costumava fazer casas em cartão e outros adereços. Então duas semanas antes do Natal, iniciávamos (eu e irmãos)uma digressão pelos cerrados, matas, ribeiras, quintais à procura de leivas, seixos redondinhos, musgo, pedras para a gruta... e levávamos um ou dois dias em discussões eufóricas à volta do presépio. Lembro-me que a primeira árvore de Natal que tivemos era pequenina e ficou incorporada no presépio. Depois, a árvore do vizinho piscava e estava à janela...também queríamos uma a piscar à janela. Em todo esse tempo o Menino foi adorado e orado pela família. Juntávamos em oração junto ao presépio e entre rezas e canções próprias da época, sentíamo-nos a estremecer de emoção.
De repente,fomos invadidos pela figura do Pai Natal, já era bem crescida.
A sua presença, inicialmente, na minha família fez poucos estragos... mas aos poucos fomo-nos separando e fundando novas famílias e, inevitavelmente, os meus sobrinhos foram mergulhados num espírito mais materialista do Pai Natal e da sua imagem comercial e superficial.
No entanto, ao longo do tempo, fomos aprendendo a viver com ela e a dar-lhe um significado mais carinhoso, mais conjugado como Presépio em que surge como um benfeitor e coadjuvante do Menino Jesus.
Gosto de o considerar assim e de pensar que todos nós poderemos ser pais natais coadjuvantes do Menino na criação de um mundo mais justo e mais conscientes das suas responsabilidades.

Já agora encontrei este site interessante sobre o Pai Natal:
http://www.cabanavc.com/painatal.html

 
At 13:51, Blogger Desambientado said...

Ana Isabel.

Esqueci-me de dizer isto:

-Acho que para passares o Espírito de Natal bom que viveste aos teus filhos, será necessário que estejas feliz.

 
At 18:03, Blogger vidal said...

Doutor Félix
A minha filha mais pequena resolveu pregar-me uma partida de Natal entrou no meu Blog e simplesmente desapareceu com tudo.
Não sei vou conseguir de recuperar.
Entretanto não funciona,lamento.
Eva

 
At 19:20, Anonymous Félix said...

Eva.
Não sei o que é que perdeu.
O blog não foi. Foi tudo o que estava no seu computador? Espero que não.

 
At 20:52, Blogger Ana Isabel Godinho said...

Obrigada...eu sei que não sou a única que perdeu pessoas que lhe são queridas...talvez com o tempo esta sensação de não Natal passe...
Talvez para o ano ou para o outro, talvez nunca, mas tento passar o espirito de Natal aos meus filhos, todo ele menos a alegria do Natal..., porque para mim o que prevalece é a saúdade,talvez mais tarde!

Ana Isabel

 
At 21:37, Blogger Desambientado said...

Fátima.

Como são "bonitas" as histórias de Natal. Aquelas que vem de dentro, que saiem da alma, que resultam de contactos com os outros, da partilha de sentimentos com os outros. Mesmo as histórias tristes de Natal de cada um são bonitas histórias, porque são a aurea do sentimento.
Senti tantas vezes o Menino Jesus a descer pela "borralheira", para deixar a pequena prenda no sapatinho. Nessa altura o Pai Natal só ia a casa de gente que trabalhava na Base Americana.
Gostei imenso dessa tua história que aqui partilhaste.
Obrigado

 
At 21:38, Blogger Desambientado said...

Ana Isabel.
Desculpa a pergunta. Quem perdeste e quando? Espero que a pergunta não incomode e não há qualquer obrigação de resposta.

 
At 21:46, Blogger Cristina Mendonça said...

Olá a todos!
Também tenho boas recordações de Natal e vou partilhar algumas com vocês...´
Quando eramos pequenos (eu e o mano e mais tarde a mana)o meu pai tinha uma paciência infinita: faziamos um presépio enorme (ou era por eu ser pequena que o achava muito grande). Colocava-mos lá de tudo: desde as figuras tipicas (algumas da avó dele) ao exército que treinava, a pista de aviões, etc..A minha mãe não achava muita piada a pôr aquilo no presépio, mas o pai dizia que o mundo era composto por tudo e deixava-nos pôr de tudo. Até houve um ano que ele comprou gesso para moldar-mos as figurinhas (resultaram algumas que só com muita imaginação se assemelhavam a alguma coisa), foi maravilhoso!
Com o passar do tempo, crescemos e o presépio foi diminuindo...
Hoje é só o essencial e já não fica debaixo da árvore.
Fomos crescendo, e as recordações seguintes que tenho são as do tempo em que estive fora do "ninho" (4 anos a estudar e 2 a trabalhar). Ai as saudades que eu tinha de tudo! Quando chegava eram 15 dias de puro Natal! Esperavam por mim para fazermos tudo juntos: a decoração da casa, armar a árvore(a minha e a pequena árvore dos meus avós que é só colocar na janela...); ir às compras; fazer os bolos de Natal, ai que momentos tão bem passados "a nossa pequena está cá, estamos com as nossas casas cheias" diziam eles. A minha mãe diz que a "saudade de alguém vivo é pior da que se sente por quem já partiu", ela deve saber porque perdeu o pai aos 13 anos.
Bem, este foi um pequeno flash das minhas recordações.
Acho que o melhor tempo que temos é "o agora", por isso vamos todos viver um Natal pleno, pois é este que temos e de certo que estaremos a "trabalhar" para construir as recordações de alguém...
Boas Festas
Cris

 
At 21:59, Blogger Desambientado said...

Cristina.
Bendita a hora que deixei de fumar e subsituí o espaço de relaxe do cigarro, pelo tempo de espreitar um conjunto de blogs.
Nunca pensei que este espaço se tornasse num espaço de partilha tão rico, tão humano,que apesar de virtual me faz imaginar sentados a uma mesa, onde cada um de nós vai contando a sua história, as suas emoções e as suas crenças.
Nunca pensei que este espaço fosse tão rico em partilha.

 
At 22:50, Blogger vidal said...

Hello

Aleluia
Alegrem-se os Céus e a Terra... sempre recuperei o meu blog que a minha filhota fez eclipsar.
Professor, estou de acordo consigo estes blogs são mesmo fantásticos lugares de encontro.

 
At 01:41, Blogger Cidalia said...

Gosto do Natal mas já gostei muito mais .... na minha infância. É uma estupidez dizer isto mas é verdade: agora mãe de um lindo terrorista e de uma vaidosa amiga, o Natal para mim não tem tanto sabor como dantes!
As tradições que os meus pais me incutiram - não falo do presépio, nem do beijar o pé do menino na missa, nem de fazer um pedido na noite da Natal pela paz - procuro incuti-las nos meus filhos mas... o que resulta? "Mãe quando vamos comprar as prendas?" "Mãe eu quero...................................................................................... e não acaba!Bem que eu quero tirar este espírito consumista de Natal mas não consigo! Culpa minha? Sim, porque sigo as passadas dos outros: cedo e compro tudo! Culpa da sociedade? Sim, porque faz com que eu seja assim! É um círculo vicioso.
O meu verdadeiro desejo é, que neste Natal, cada um deixe que o menino Jesus entre no seu coração...e.... depois... era só trancar a porta e lançar a chave fora!

 
At 12:32, Blogger Desambientado said...

Eva.
Ainda bem que não houve nada de especial com o computador. Com o blog seria dificil a não ser que tivesse clicado no delete blog, mesmo assim acho que pede uma confirmação.
A recuperação foi certamente...prenda de Natal.

 
At 12:39, Blogger Desambientado said...

Pois é Cidália, acho que não podemos ser extremistas no que respeita a essas coisas do consumo. Não creio que tenhamos argumentos suficientes para fazer entender uma criança que não terá prenda de Natal porque os pais são anti-consumo. O que podemos fazer neste momento é regula-lo um bocado. Para quê 30 Action Men? Para quê 4 kg de chocolates?
Para quê comprarmos mais do que efectivamente podemos?
Creio que essas atitudes são a nós que dizem respeito e não propriamente às crianças....a essas cumpre-lhes pedir até à exaustão e a nós, negar-lhes dentro da sensatez.

 
At 12:45, Anonymous Anónimo said...

Ola professor!I enjoyed reading the christmas stories that were posted!I dont like christmas people
in general lost notion of the good spirt.Its not about where can I buy the next i-pod or best gifts!I some work for doctor sem fronteiras and just to see the smile on these kids face !thats christmas. I think that santa got run over by some reindeer also!When I was small I could remember all my christmas even what little I got! Today you ask what you did for christmas 2 years ago I dont even remember! Lets all bring christmas back as we remember.I think christmas is in all of us not in the local mall.Merry Christmas everyone!


Rosa maria\Toronto

 
At 16:41, Blogger Desambientado said...

Hi Rosa.

Is nice to have you here, discussing with us your thoughts and sharing yours feelings.
Indeed we need “buy nothing for Christmas”. We also need reviving the original meaning of Christmas giving.
The best gifts I have was at the what time I has a big family. Like you I remember the little things that my mother offer me: an aluminum wagon with three candies, a brawn shoes, et, etc, and like you I don’t remember the last Christmas gifts.
Are we old? Probably.
Merry Christmas to you and your family.

 
At 11:54, Blogger TF said...

Não posso estar mais de acordo com o teu desejo de não deixarmos perder o presépio. Apetecia-me até propor um movimento para acabar com o Pai Natal, símbolo do consumismo materialista e do poder das multinacionais coca- colas e outras que tais. Abaixo o Pai Natal! Regressemos ao presépio e ao que ele simboliza de Amor, simplicidade, humildade e ternura que bem precisamos.
Não sei como era o Natal da tua infância aí nos Açores mas aqui, na minha aldeia, a noite era para a Missa do Galo. A seguir fazia-se uma pequena ceia antes de ir dormir pois a noite já ia longa e chegávamos todos com fome. Os presentes chegavam só na manhã do dia de Natal e eram trazidos pelo Menino Jesus que os colocava dentro do nosso sapatinho deixado na chaminé na noite anterior. Nós, as crianças acordávamos bem cedo no dia de natal para ver os presentes.
Ainda hoje em minha casa mantemos o hábito de fazer o presépio, é pequenino, às vezes feito a correr quase à meia-noite para que o Menino Jesus quando nascer tenha uma cama para nela se deitar.
Que bom foi agora ao escrever poder voltar um bocadinho à infância!
Teresa

 
At 12:22, Blogger TF said...

Felix
Só depois de publicar o comentário anterior fui ler alguns dos vossos e agradeço ter sido convidada para pertencer a esta comunidade. Actualizei algumas informações umas que me deixaram contentes como teres deixado de fumar outras que partilho com alguma emoção como a perda de familiares próximos. Eu também já perdi o meu pai e partilho o sentimento dos que sentem que nunca mais será como antes. O regresso à infância no espírito de Natal nunca será completo, não só por isso, mas porque a vida se faz das experiências que coleccionamos boas e más e por mais pequenas que sejam sempre nos transformam, alterando e influenciando a nossa forma de olhar o mundo e a vida, também eles dinâmicos.
Mais uma vez obrigada pelo convite e pelo prazer de poder partilhar convosco neste Natal estas emoções e reflexões.
UM BOM NATAL PARA TODOS! FIQUEM BEM!
Teresa

 
At 12:59, Blogger Desambientado said...

Teresa.

Obrigado mais uma vez pela tua visita. Este sítio tem sido um escape óptimo e com supresa sempre muito agradáveis.
Não sabia da perda do teu pai. Sinto muito.
Efectivamente perdi o meu pai e a minha mãe, no mesmo ano. Mas não vale a pena estar a falar-te de coisas tristes e relativamente às quais sufocamos sempre que nos lembramos.
Falo um pouco em nome de todos os que por aqui passam: Bemvinda.
Este é um espaço muito informal de gente toda ela super simpática.
Aqui é mais dificil não respondermos um aos outros, porque a resposta é sempre imediata.

Seguindo a tua proposta, pode-se fundar aqui a comunidade do "Presépio". Há muita gente na net, que pensa o mesmo.
Não temos que ser hipócritas e renegar a nossa cultura cristã. Aceitar e respeitar as crenças de cada um , não é arrancar cruxifixos das escolas, mas sim, colocar lado a lado,de livre e espontânea vontade, os símbolos que cada um venera.

Um Santo Natal par ti e toda a família.

Um abraço.

Félix

 

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